...as empresas enchem o papo!
Costumo dizer isso para aqueles que fazem pouco do próprio dinheiro suado que ganham. Esse negócio de: "só R$1 pro flanelinha", "só R$2 para o estacionamento do shopping", "só R$0,03 pro supermercado" e vários "sós" que me deixam de cabelo em pé!
Esse é um pensamento um tanto utópico e ingênuo, pois, com ele, as pessoas fantasiam que somente elas estão dando esse valor e que ninguém mais estaria dando! Absurdo, não é? Mas é a pura verdade!
Pergunte para um deles sobre isso e irão responder: "mas é só isso! Eles não vão enricar com essa besteirinha". Ahá! Aí que você se engana! É por isso que bancos, redes de supermercados e o comércio em geral lucra milhões com esses pensamentos infrutíferos.
Vamos para um exemplo prático:
1. Em um shopping, você paga R$2 para ficar 4h perambulando, batendo perna e etc.
Supondo que você vá 2x por semana - No mês você irá gastar, por baixo, R$16.
No ano, você irá desembolsar R$192.
Então você me diz: "Diego, mas isso é irrisório!". Eu respondo: verdade! Mas NÃO É SÓ VOCÊ que vai até o shopping. Imagine que existem somente 5.000 pessoas iguais a você, que vão 2x por semana. As contas para o cofre do shopping, só de estacionamento, fica a míseros R$960.000 (Novecentos e sessenta mil reais) anuais. Enfim...
2. Em um supermercado, você deixa de receber R$0,03 pelas compras, por "não fazer falta" no seu bolso, mas que fará GRANDE diferença no bolso da empresa!
Como é um supermercado, a quantidade de pessoas que compram é muito superior ao exemplo acima, portanto: R$0,03 x 20.000 pessoas (média de pessoas por dia no supermercado), resulta em R$600 diário!
Vamos ser bonzinhos, se ele funcionar por 20 dias, seriam R$12.000.
No ano, serão R$144.000 (Cento e quarenta e quatro mil reais) de bandeja para o supermercado! Bom ou não é? Claaaaro, mas para o comércio!
Isso porque eu não falei do troco de bombons! Finalizando, pense na seguinte pergunta: se faltassem R$0,05 centavos para você comprar alguma coisa, eles deixariam você adquirir o produto?
Fiquem com Deus e fiquem de olho!
Empreendedorando
Quer saber o dia-a-dia de quem está buscando investir o seu dinheiro ou abrir um negócio próprio? Você está no lugar certo! Acompanhe a trajetória de quem realmente quer ser dono do próprio nariz.
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quinta-feira, 17 de março de 2011
terça-feira, 6 de abril de 2010
Empreendedor alça-de-bota
A realidade é clara: é muito difícil conseguir financiamentos para se começar uma empresa. Mas isso não é e nunca foi motivo pra não começar a sua.
O empreendedor alça-de-bota faz a empresa girar a partir de muito pouco e, claro, fazendo isso de uma maneira mais eficiente que o normal. O termo “alça-de-bota” (bootstrapping) vem da lenda alemã do Barão de Münchhausen, que conseguiu sair sozinho do pântano se puxando pelas alças das próprias botas.
Aqui vão 7 dicas sobre como ser um empreendedor alça-de-bota:
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Pesquisar ou não pesquisar?
Para botarmos algo em prática temos que saber se existe viabilidade desse negócio dar certo com análise do perfil dos consumidores, por exemplo. Se você quiser montar uma loja de revistas, terá que saber o hábito da região em volta, o nível cultural, qual a renda per capita, mercado concorrente, quantas pessoas assinam jornais/revistas e outras informações. Tenho certeza da importância de pesquisa. Ela ajuda muito para não colocarmos a "Kitanda do Seu João" ao lado da gigante Walmart. Já ouviu falar em
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Investimento em imóveis
Como é de conhecimento de todos, nunca fiz algum investimento (a não ser em fundos de investimento). Se tivesse capital suficiente, investiria em imóveis e vou dizer o porquê baseado em histórias de pessoas próximas a mim. Primeiro porque um imóvel, seja ele apartamento, casa ou até mesmo um terreno são
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